Trash the Dress na Neve
Menos pose, mais presença. Frio no rosto, riso solto e um capítulo que ficou com a cara deles.
A história
Eu queria que esse ensaio tivesse a cara deles, não uma estética emprestada ou uma sequência de poses bonitas. María e Guille chegaram prontos para viver o momento, e isso muda tudo. A sessão foi acontecendo no tempo certo, com conversa, vento no rosto, mãos geladas, brincadeiras, silêncio, abraço apertado e aquele tipo de olhar que só aparece quando o casal esquece que existe uma câmera por perto.
Em vários momentos eu só fazia perguntas, perguntas simples, daquelas que abrem memória, puxam uma história e mudam o jeito de olhar. Esse tipo de condução cria espaço para o que importa aparecer. E foi assim que a neve deixou de ser só cenário e passou a participar da experiência.
Teve bachata no meio do frio, lembrando a primeira cita. Teve risada fora de hora, provocação, língua de fora, bola de neve e carinho no meio do vento. Tudo muito vivo, muito deles, sem excesso de direção e sem aquela sensação de que a foto veio antes do momento.
Esse tipo de imagem nasce de confiança. Nasce quando o casal se entrega e quando o fotógrafo entende que dirigir não é controlar, é sustentar um espaço onde as coisas possam acontecer com verdade. No fim, não ficou só um trash the dress na neve. Ficou um capítulo deles, bonito, íntimo e impossível de repetir.
Trilha sonora
Quer viver uma história assim, do seu jeito?
Eu fotografo com presença e verdade. Vamos conversar sobre o seu casamento.




















