Quem mais fotografava na minha família era a minha tia. Ela registrava a vida como ela acontecia — gente lavando louça, pegando banana na bananeira, brincando com o cachorro. Cenas que pareciam simples. Depois que ela se foi, entendi que eram exatamente quem nós éramos.
Foi ali que decidi que queria fotografar assim. Não para produzir imagens bonitas, mas para guardar o que as pessoas são. Hoje escolho o casamento e escolho morar no Brasil porque sou apaixonado pelo calor das pessoas, pela fé e pelas histórias de amor que nascem em cada esquina.
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